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Com novo picador, destinação consciente de massa verde garante maior vida útil do aterro sanitário

Com novo picador, destinação consciente de massa verde garante maior vida útil do aterro sanitário

Com novo picador, destinação consciente de massa verde garante maior vida útil do aterro sanitário

Investimento em novo equipamento garante a produção de 400 toneladas de massa verde.

A gestão dos resíduos sólidos, de maneira geral, é um dos principais entraves aos agentes públicos, pois além de cara pode causar sérios problemas ambientais e de saúde pública quando mal gerida.

“Todo governante precisa acompanhar de perto o gerenciamento do aterro sanitário. Jaboticabal hoje faz um excelente trabalho, sendo referência para outros municípios. O sucesso alcançado é consequência de uma parceria que garante a excelência do serviço prestado. Agradeço a Reúsa por colaborar por uma Jaboticabal mais sustentável”, afirma o prefeito José Carlos Hori.

Em Jaboticabal, uma série de iniciativas vem garantindo destinação consciente a esses recursos e colaborando para o aumento da vida útil do aterro sanitário. A partir de abril deste ano, a Reúsa, em parceria com o SAAEJ (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) e a prefeitura, deu início a novos procedimentos de gerenciamento de massa verde junto a CGIRS (Central de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos). Nas ações, destaca-se a aquisição de um picador de galhos de grande porte, com capacidade de reciclar 100% dos resíduos de poda e jardinagem que são enviados ao local.

“A principal diferença entre esse equipamento e o utilizado anteriormente é a capacidade de trituração – agora 10 vezes maior -, tritura galhos de até 15 cm de diâmetro, é móvel e, além disso, possui fonte de energia própria e não depende mais da energia elétrica”, explica o presidente do SAAEJ, André Nozaki.

O novo sistema garante que todos os resíduos de massa verde destinados atualmente ao CGIRS se tornam lenha e matéria orgânica para ser reutilizada na própria agricultura. “O mais importante é que o município não pagará nada a mais por isso, além de ajudar a Associação de recicladores, já que toda a lenha é doada para eles, que obtém uma renda adicional com a venda desse produto”, esclarece o sócio-diretor da Reúsa, Luiz Gustavo Toloi.

Destinação de resíduos – É cobrado de quem gera acima de 2 toneladas/mês o valor de R$ 13,35 por tonelada. Vale ressaltar que boa parte do volume destinado a CGIRS é transportado pelos próprios munícipes, ou seja, pequenos geradores que, geralmente por conta do baixo volume, ficam isentos de qualquer pagamento.

“O aterro sanitário vem recebendo notas 10 da CETESB e já se tornou referência nacional. Agora contará com um sistema de reciclagem de 100% de massa verde. Esse é o resultado de uma parceria que já dura 10 anos, entre nossa cidade e a Reúsa, uma empresa genuinamente Jaboticabalense”, finaliza Toloi.