Vereadora de Pradopolis foi presa, em Monte Alto um foi preso

Vereadora de Pradopolis foi presa, em Monte Alto um foi preso

São 16 prefeituras e 11 câmaras investigadas na Região – Vereadora de Pradopolis foi presa, em Monte Alto um foi preso e uma mulher de Jaboticabal uma mulher é fugitiva

A empresa realizou diversos concursos públicos em cidades da região e de São Paulo, e é alvo de pelo menos 3 ações civis públicas em Cerquilho, Urânia e Valentim Gentil.

A empresa vem sendo investigada por irregularidades em concursos públicos, mas ainda não foi divulgado quais seriam os concursos públicos e processo seletivos que estariam irregulares.

Em Monte Alto um homem foi preso. A mulher procurada não foi localizada porque mudou de endereço – segundo informações extra-oficiais, mora em Jaboticabal.

O GAECO está investigando possíveis fraudes em licitações e concursos públicos. Em algumas cidades, funcionários públicos foram relacionados entre os envolvidos nas suspeitas de esquemas fraudulentos,

A Polícia Ciivl e a Promotoria de Ribeirão Preto realizam uma operação chamada “Q.I.” em 16 prefeituras e 11 câmaras municipais da região. Está sendo investigada a participação de vereadores, secretários e advogados em fraudes em licitações e concursos públicos. Ao todo, serão cumpridos 20 mandados de prisão e 55 de busca e apreensão.

A operação visa o cumprimento de 20 prisões temporárias decretadas e 55 mandados de busca e apreensão, que demandam atuação em 20 cidades da região de Ribeirão Preto e 11 cidades da região de São José do Rio Preto. Participam da operação cerca de 50 Delegados de Polícia, 50 Promotores de Justiça, 120 investigadores da Polícia Civil e 60 viaturas.

Entre os procurados estão 07 empresários, 03 vereadores, 03 secretários municipais, 06 advogados e funcionários públicos. As buscas estão sendo realizadas em 06 empresas, 16 Prefeituras Municipais e 11 Câmaras Municipais, entre outros locais. A investigação apontou possíveis fraudes em 04 concursos públicos e mais de 30 processos licitatórios para a contratação das empresas investigadas, que teriam recebido somente em 2014 e 2015 mais de 2 milhões de reais dos poderes públicos municipais em decorrência desses contratos.

De acordo com a Polícia Civil, a empresária de Pradópolis Marlene é a cabeça do grupo, a qual vem usando uma empresa sediada em Ribeirão Preto para participar de licitações fradulentas.