Notícia de Jaboticabal
Vereadores ignoram pedidos de comerciantes e rejeitam projeto do comércio essencial
Postado em 06/04/2021

Vereadores ignoram pedidos de comerciantes e rejeitam projeto do comércio essencial

Vereadores ignoram pedidos de comerciantes e rejeitam projeto do comércio essencial

Mais uma vez alguns vereadores da Câmara de Jaboticabal ignoraram o pedido o comércio de Jaboticabal e votaram contra o projeto que  permitiria que estes comércios permanecessem abertos normalmente assim com os supermercados em fase de restrições. As atividades desenvolvidas por academias, comércio varejistas, bares e restaurantes, salões de beleza, escritórios, shoppings e praças de alimentação (Projeto de Lei nº 03/2021).  Votaram contra o projeto Renata Assirati, Professor  Jonas, Professora Paula , Edu Fenerich, Ronaldinho, Gegorio Casa grande, Dr. Mauro Cenço, Dr. Paulo Henrique e Gilberto de Faria.  Quatro vereadores votaram para que o projeto fosse aprovado – Dra. Andréa, Val Barbieri, Pepa Servidone e Daniel Rodrigues.

 

As alegações são de que o projeto seria inconstitucional. Como um projeto pode ser inconstitucional,, senão passou pelo crivo do supremo Tribunal Federal?
 É muito achismo e especulação, e até agora este projeto foi derrubado pela justiça em Bauru, mas em Ribeirão Preto teve decisão contrária, autorizando o trabalho. Ou seja enquanto não houver uma decisão do supremo é só achismo e especulação. Como exemplo é o projeto que permite a abertura de templos e igrejas, onde um ministro autorizou e outro proibiu. Como falar que o projeto é ou não inconstitucional sem ter passado pelo decisão final do supremo.

 

Mas o que se esperar de uma câmara Municipal, onde o diretor é condenado pelo crime de improbidade administrativa e onde tem um vereador (Edu Fenerich)  que mesmo com 3 condenações pela justiça  ainda permanece no cargo. VERGONHA E MAIS VERGONHA.

 

Querer que o comércio continue pagando a conta da incompetência dos políticos é cruel e desumano. O próprio prefeito admitiu que não consegue fiscalizar os pancadões, festas que acontecem no distrito Industrial. Este fim de semana os pancadões rolaram o fim de semana inteiro, enquanto que o comerciante agoniza, mesmo sendo o que segue todas as regras sanitárias, que tem todos os cuidados e não pode sequer permitir a entrada de ninguém em seu estabelecimento.

HIPOCRISIA DA CLASSE POLITICA, que não consegue dar um atendimento mínimo a população, não consegue fazer com que o CAC – Centro de Atendimento ao corona vírus funcione 24 horas, como era antes. Ontem havia apenas uma médica pra atender aos pacientes e as pessoas ficaram esperando 6 a 8 horas pra serem atendidos.

É justo isso com o povo de Jaboticabal? É justo manter as restrições no  comércio mas não lutar para o aumento no número de UTIs. Ano passado eram 15 leitos, este ano são apenas 13, as pessoas estão esperando vagas, estão se contaminando na UPA, onde os pacientes com covid ou sem covid permanecem todos juntos, proliferando a contaminação, e os legisladores em meio a toda essa situação se limitam a proibir o funcionamento do comércio.

 A CLASSE POLITICA MAIS UMA VEZ DECEPCIONA.

O que a população quer é CAC aberto 24 horas com médicos para atendimento, é aumento no número de leitos, é que o número de leitos UTI volte a ser de 15 leitos, é fiscalização contra os pancadões, mas nada disso acontece e eles mais uma vez ignoram e penalizam o comércio. Limitam o trabalho do comércio, mas não se isenta impostos, não se cria condições para que os comerciantes tenham dignidade e possam trabalhar.

Só um último recado a nossos políticos – Não adianta vir com textão, com ataques, colocar assessor, puxa saco pra bater no jornal. Enquanto vocês não tirarem a bunda da cadeira e trabalhar, fazendo com o que o CAC funcione 24 horas, colocando mais médicos pra atender a  população,  correr atrás de vacina pra resolver o problema, montar uma força tarefa pra combater os pancadões o jornal Cidades não vai parar as cobranças. O que queremos é o que toda a população quer, atendimento de qualidade pra todos, que as pessoas não fiquem 8 horas esperando um atendimento médico. Será que é pedir muito??

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